Botox possibilita avanços na neuroreabilitação que é um estágio importante na atenção aos pacientes de AVC e nas ocorrências neurológicas de maneira geral, exigindo constante atualização e o uso de recursos de ponta.
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Para o neurologista geral Alexandre Longo, a Clínica Neurológica tem contribuído de maneira significativa para minimizar os efeitos deixados por seqüelas em pacientes.

“A neuroreabilitação busca dar condições para que o paciente conviva melhor, por meio da aplicação de recursos como a toxina botulínica e na cooperação ao lado de profissionais de outras áreas, como a fisioterapia, a terapia ocupacional, a psicologia e a fonoaudiologia”, explica.

A hipertonia espástica se caracteriza pelo aumento do tônus muscular e pela rigidez excessiva de contração dos músculos, causados por uma condição neurológica anormal.

Desde 1992, o Botox (toxina botulínica) é aplicada em pacientes com problemas motoros desencadeados por derrame cerebral, paralisia cerebral e distonias.